4 de março de 2010

A Nobreza De Um Sonho Sem Manipulações

Será seu sonho o mesmo que o meu?
Não há mais o que escrever
Eu me repito
Sonhos são belos e incompreensíveis demais para expô-los aqui
Cometeria um atentado à imaginação
Sonho não é viagem [apenas]
É sensibilidade que cabe a poucos encarar
Não cabe em palavras
Ditas
Mas sentidas, ouvidas de perto
Sonhos que serão sonhos se você os sentir quando eu tentar descrever
Se os sentir, não serão os mesmos que os meus, mas serão os meus
E completará as minhas frases
E o meu coração
Sem que eu ouça o que quero ou sei que vou ouvir
Mas que ouça minha voz madura ao falar
Como o espelho das vozes ocultas, prestes à libertas
Sem adivinhações, ironias ou charme deploráveis
Mas com sinceridade apenas, alma e coração...

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